segunda-feira, 9 de julho de 2012



Moradores do Bairro Nossa Senhora da Conceição e Avenida Curió, fazem do Condomínio São José das Caravelas um lixão.
O repórter e editor deste blog Edvaldo Souza, mais uma vez presenciou o descaso da população com a natureza, ou simplesmente com o próprio ser humano.

É horrível em pleno século XXI, sabermos que as pessoas nem sempre têm consciência dos seus atos e das grandes conseqüências que isso pode causar. A sociedade é constituída por vários indivíduos e cada um assume sua parte dentro deste contexto, tornando-se uma parcela muito importante para o desenvolvimento socioeconômico. 
Seja essa camada de pessoas mais ou menos desfavorecida financeiramente ou não. Existem situações que não dependem de classe ou condição financeira. Especialmente quando isso implica em manter a geografia sempre livre das atitudes irresponsáveis do homem.  De repente, podemos questionar: que educação essa que dizemos ter? O que queremos? Qual a herança que queremos deixar para os nossos filhos, netos, sobrinhos? Como podemos falar em expectativa de vida, se somos os primeiros a agredir a verdadeira fonte de vida, que é a mãe natureza. 
Aqui queremos através desta matéria insistir com a nossa comunidade especialmente os moradores do Bairro Nossa Senhora da Conceição (Sem Terra), e Avenida Curió, na Barra de Caravelas, que infelizmente estão praticando atitudes de puro desrespeito com a geografia deste belo lugar.
O Condomínio particular São José das Caravelas, situado na Barra de Caravelas, vem a algum tempo passando por esse descaso. Especialmente em uma área que transitam centenas de pessoas durante o dia, bem como visitantes que usam esse trajeto para conhecer melhor o Povoado que é para muitas a Sala de Visita de Caravelas. E  infelizmente seus próprios moradores insistem em fazer com que esse simpático título seja apenas uma metáfora. 
O novo acessa a Praia do Grauçá onde foi construída uma ponte caríssima pela Prefeitura, hoje é um Lixão. Podemos encontrar não só dentro do córrego mais em toda sua extensão lixo de todo tipo, agora até cachorro morto, cabeça de vaca entre outros dejetos é possível avistarmos pó lá. Além do odor que é insuportável.  
Aqui peço licença aos editores do Jornal Comunitário O Samburá, para reescrever parte do texto da edição 36 deste mês. O texto chama a uma reflexão, vejo o diz. A culpa é de todos nós, tanto daqueles que jogam quanto daqueles que se calam. Jogar lixo na praia, na rua ou em qualquer outro lugar que não seja lixeira é uma tremenda falta de educação, mais até, é um desrespeito para com o outro e, principalmente, para com a natureza. O que fazer para mudara essa situação? Cobrara dos governantes uma política mais eficaz de recolhimento de detritos, investir na conscientização das crianças e jovens ensinando a importância de cuidarmos com mais carinho e responsabilidade do meio ambiente e também realizar constantes ações da conscientização com toda a população. 
Esperamos não ter que continuarmos trazendo esse tipo de matéria, temos a esperança esse apelo sirva para conscientizar a comunidade seja ela qual for. Esteja onde estiver você que agora ler esta reportagem, faça a sua parte permita que o meio em que convivo seja sempre limpo, e deixa a natureza viver. Pois sem ela nada seriamos. Pense nisso.     


Um comentário:

  1. Antes tudo Edvaldo Souza, gostaria de parabeniza-lo pela belíssima matéria da edição 36 do Nosso Jornal o Samburá, e também por mais essa matéria. Não podemos para de conscientizar essas cabeças de camarão que estão poluindo o seu e nosso ambiente.
    Devemos fazer alguma campanha sobre esse tipo de conscientização da agressão ao meio ambiente.
    Parabéns!!!!!!!!

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